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Hipertensão

Sem pressão!

Sem pressão!

A pressão arterial é a força que impulsiona o sangue dentro dos vasos sanguíneos. Esta pressão é controlada pelo corpo para que todas as células e órgãos, independente de sua localização, recebam sangue em quantidades adequadas para exercer suas funções.

Os valores considerados normais para a pressão arterial situam-se abaixo de 120/80 milímetros de mercúrio (popularmente chamado de 12 por 8). Nessa faixa, o sangue é bombeado pelos vasos sanguíneos sem causar nenhum dano às células e órgãos. Entretanto, na hipertensão arterial (quando a pressão está igual ou maior que 14 por 9), o sangue bombeado em alta pressão danifica o interior dos vasos sanguíneos, os rins, a capa que recobre os neurônios, os olhos e o próprio coração. As consequências a longo prazo são aterosclerose (entupimento das artérias), infartos e derrames, aneurismas, insuficiência cardíaca e renal, declínio cognitivo e perda de visão.1 A pressão alta é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal.2

A Hipertensão é muito comum, presente em uma a cada quatro pessoas adultas. Assim, estima-se que 25 % da população brasileira adulta seja hipertensa, chegando a mais de 50% após os 60 anos.2 Como a doença não tem muitos sintomas, pelo menos inicilamente, há uma enorma quantidade de pessoas hipertensas que permanecem sem diagnóstico.

Há várias causas possíveis pelas quais o organismo aumenta os valores da pressão. Alguns deles não podem ser mudados, como a hereditariedade, a idade e a raça. Por exemplo, pessoas cujos pais eram hipertensos, pessoas da raça negra e idosos têm mais chance de desenvolver a doença.2 Alguns casos são causados por doenças de certas glândulas, problemas renais ou uso de medicamentos (como a cortisona e os anticoncepcionais orais). 3


Resultados comprovados!Por outro lado, existe uma gama de fatores que causam hipertensão e que são perfeitamente modificáveis: falta de exercício, excesso de peso, alimentação inadequada, excesso de sal na dieta, consumo de álcool, tabaco e cafeína, estresse e fatores emocionais (como raiva, mágoas, preocupações e ansiedade).

Um estudo americano, realizado no Hospital Santa Helena, na Califórnia/EUA, testou os efeitos de um programa de reeducação de estilo de vida na pressão arterial e nos níveis de colesterol de 500 participantes. Após 12 dias seguindo uma dieta vegetariana com baixo teor de gordura, os participantes experimentaram redução nos níveis de colesterol e pressão arterial.4 Outro estudo, realizado em Loma Linda, Califórnia/EUA, demonstrou que uma dieta vegetariana está associada com redução de vários fatores de risco para doenças cardiovasculares e metabólicas, inclusive menor pressão arterial.5 A explicação para a redução da pressão arterial está ligada à perda de pes e também às altas concentrações de potássio, magnésio, antioxidantes e fibras presentes nas dietas ricas em vegetais. 6,7

Está comprovado hoje que o segredo contra a pressão elevada é: perder peso, fazer atividades físicas moderadas, aumentar a ingestão de potássio e reduzir o consumo de sódio, reduzir o estresse e a ingestão de álcool, cafeína e cigarro. Essas medidas diminuem a pressão arterial naturalmente, e podem diminuir a necessidade do uso de medicamentos.

Se você tem pressão arterial elevada ou apresenta alguns fatores de risco para desenvolver a doença e deseja evitá-la, temos a solução ideal para você. Nosso programa vai ajudá-lo a adotar um estilo de vida saudável para revitalizar o sistema circulatório e normalizar sua pressão arterial.


Referências:

  1. Weinberger, MH. Systemic Hypertension. Textbook of Internal Medicine - 2nd edition. Lippincott. 1992.
  2. Sociedade Brasileira de Hipertensão. Disponível em: http://www.sbh.org.br/geral/oque-e-hipertensao.asp
  3. Pimenta E. Hypertension in women. Hypertens Res. 2012 Feb;35(2):148-52.
  4. McDougall J et al. Rapid reduction of serum cholesterol and blood pressure by a twelve-day, very low fat, strictlyvegetarian diet. J Am Coll Nutr. 1995 Oct;14(5):491-6.
  5. Rizzo NS. Vegetarian dietary patterns are associated with a lower risk of metabolic syndrome: the adventist health study 2. Diabetes Care. 2011 May;34(5):1225-7.
  6. Key TJ, Fraser GE, Thorogood M, et al. Mortality in vegetarians and nonvegetarians: detailed findings from a collaborative analysis of 5 prospective studies. Am J Clin Nutr. 1999;70(3 suppl):516S-524S.
  7. Liu RH. Health benefits of fruits and vegetables are from additive and synergistic combinations of phytochemicals. Am J Clin Nutr.2003;78(suppl):517S-5120S.
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