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Ansiolíticos, estimulantes, antidepressivos, estabilizantes do humor, antipsicóticos — o arsenal de medicamentos para o tratamento de transtornos mentais é grande, e seu uso traz uma série de implicações. Embora a prescrição desses remédios seja necessária para algumas pessoas, frequentemente os pacientes manifestam interesse em realizar um tratamento natural para depressão.
Mas será que é realmente possível viver livre da depressão sem recorrer a medicamentos? Existem plantas, chás ou outras substâncias que, de forma natural, combatem os sintomas dessa doença? Se você também tem o desejo de procurar um tratamento não medicamentoso, leia este artigo com bastante atenção.
Essa é uma pergunta que geralmente deixa os médicos preocupados. Afinal, a depressão é uma doença séria e a eficácia do tratamento depende da combinação de diversos recursos. Por mais que não exista um comprimido que solucione o problema sozinho, em alguns casos a medicação é indispensável, pelo menos por um período definido.
Portanto, é importante destacar que a busca por um tratamento natural para depressão deve ser feita com acompanhamento médico. Esse é o profissional capacitado a avaliar individualmente seu caso e determinar quais são os recursos indispensáveis para promover seu bem-estar, mas sem colocar sua saúde em risco.
Além disso, é preciso repensar o conceito de tratamento natural. Quando se usa essa expressão, muitas pessoas pensam na troca de medicamentos pelo uso de chás ou plantas que teriam efeitos semelhantes. No entanto, com o conhecimento que temos sobre saúde atualmente, essa é uma visão equivocada.
O verdadeiro tratamento natural é aquele que muda nosso estilo de vida, adequando nossos hábitos às leis naturais que regem o funcionamento do organismo. Envolve desde as ações simples — como o consumo de água e a exposição ao sol — até mudanças mais profundas, como os alimentos ingeridos e prática de exercícios físicos.
É por esse motivo que aqui, na Clínica & SPA Vida Natural, nós não falamos em tratamentos naturais. Atualmente, utilizamos o termo mais abrangente que tem se tornado uma forte tend
ência e conquistado espaço inclusive no meio científico — Medicina do Estilo de Vida.
Quando se fala em Medicina do Estilo de Vida, é necessário entender que a base do processo de cura está na mudança de hábitos. Pode parecer difícil entender a princípio, mas o fato é que as doenças que mais matam e incapacitam estão relacionadas aos nossos próprios comportamentos.
No passado, as doenças infecciosas ou contagiosas dizimavam a população. No ano de 1900, a expectativa de vida dos brasileiros era de apenas 33 anos. Um estudo fez um levantamento sobre as principais causas de morte no município de São Paulo, no ano de 1901. Veja o resultado:
Como você pode ver, há poucas doenças crônicas nesta lista. A maior parte das mortes era causada por fatores externos contra os quais não havia proteção naquela época.
Assim, doenças que hoje pouco nos afetam devido às vacinas, por exemplo, eram mais comuns. Também é preciso entender que as condições sanitárias da cidade favoreciam o surgimento de casos de diarreia e enterite, que estão no topo da lista.
Atualmente, a situação é completamente diferente. O mesmo estudo fez uma segunda tabela, mostrando as principais causas de óbitos em São Paulo, 100 anos depois da análise inicial. Veja os resultados:
Desta vez, você pode perceber que as causas da mortalidade são completamente diferentes. As doenças causadas por vírus, bactérias e outros agentes externos tiveram uma grande redução.
Por outro lado, aumentaram as patologias crônicas e aquelas causadas pelo estilo de vida moderno: sedentarismo, redução do período de sono, alimentação industrializada, alto consumo de açúcar e gorduras, entre outros fatores que desencadeiam doenças.
Agora que você já entendeu a proposta da Medicina do Estilo de Vida, vamos falar especificamente sobre o tratamento da depressão. Mas primeiro, vamos analisar: por que as pessoas sofrem com essa doença? Como já explicamos em nosso e-book sobre o assunto, essa doença não tem uma causa única. Existe uma combinação entre predisposição genética e fatores ambientais, biológicos e psicológicos.
No entanto, é importante observar que o aumento dos casos da depressão é um fenômeno recente. A psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, em seu livro Mentes depressivas: as três dimensões da doença do século, afirma de forma clara que se trata de um mal da modernidade.
Não seria esse o momento de analisarmos a relação entre o aumento dos casos de depressão com o fato de que nunca na história da humanidade tivemos hábitos tão incompatíveis com as leis naturais? Somos uma sociedade sedentária, que se alimenta mal, dorme pouco, substitui a água por bebidas adoçadas ou estimulantes, respira ar poluído, vive sob constante estresse e está cada vez mais individualista e secularizada.
Por isso, a proposta da Medicina do Estilo de Vida não é buscar um tratamento natural para depressão. O foco é reeducar hábitos, para que eles se conformem com as leis naturais que regem o organismo. Quando realizamos esse processo, as chances de restabelecer a saúde física e mental se tornam muito maiores.
Mesmo que não tenhamos consciência, nosso corpo tem necessidades que não podemos ignorar. Quando as negligenciamos, o organismo cobra um preço alto, que chega na forma de doenças. Por isso, precisamos aprender a usar a alimentação, o repouso, o exercício, a água, o ar puro, o equilíbrio e a conexão espiritual como os verdadeiros remédios que a natureza oferece.
Para nós, o verdadeiro significado da expressão tratamento natural para depressão é mudança no estilo de vida. Esse é o método que usamos há quase 40 anos e que tem se mostrado eficaz na vida de milhares de hóspedes que já participaram dos nossos programas de tratamento.
Quer saber mais sobre nosso programa de tratamento para depressão? Clique no link abaixo e entenda como aplicamos os 8 remédios da natureza para restaurar plenamente a saúde física e mental de nossos hóspedes. Confira!
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O ser humano é um grande e complexo sistema bioquímico. Nossas células são compostas por substâncias e dependem da interação com muitos outros elementos para seu funcionamento perfeito. Quando entendemos esse princípio, percebemos o quanto o que comemos interfere na nossa saúde e, consequentemente, é possível estabelecer também uma relação entre depressão e alimentação.
Pense no seguinte: o conteúdo do nosso prato não serve apenas para saciar a fome. É por meio da comida que oferecemos ao organismo um conjunto de nutrientes necessários ao seu bom funcionamento. Quando a alimentação é adequada, ela fornece essas substâncias na quantidade ideal para manter o sistema em equilíbrio. O resultado é a saúde.
Mas será que a alimentação tem um papel importante também na manutenção saúde mental? Qual é a influência da composição do nosso prato em um quadro depressivo, por exemplo? É isso que você vai descobrir neste artigo. Então, continue a leitura!
Geralmente, as pessoas não associam naturalmente depressão e alimentação. O tratamento mais convencional inclui medicamentos e psicoterapia. Porém, estudos recentes têm apontado uma estreita relação entre o que comemos e nosso estado mental. Veja alguns exemplos!
Uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha analisou os hábitos de 200 pessoas. Em 88% dos casos, a mudança na dieta amenizou sintomas de transtornos mentais como ataques de pânico, ansiedade e depressão.
A partir desse estudo, os pesquisadores classificaram os alimentos entre “promotores do estresse”, que pioram o funcionamento da mente, e “promotores do (bom) humor”, que melhoram nosso estado mental.
Porém, é importante destacar que os alimentos promotores do humor não são, necessariamente, aqueles que nos provocam imediatamente a sensação de bem-estar. Açúcar, cafeína, chocolate e álcool, por exemplo, que geralmente são usados para relaxar, proporcionar conforto ou aliviar os sintomas de TPM, são os principais promotores do estresse.
Já os alimentos promotores do humor são extremamente simples. Os pesquisadores conseguiram apurar que o consumo de água, verduras e frutas melhoram nosso estado mental e funcionamento do cérebro. Portanto, eles atuam como fatores importantes no combate à depressão.
Outros estudos comprovam essa teoria. Desde 2014, uma publicação que analisou uma série de dados encontrou uma alta associação entre depressão e uma dieta rica em açúcares e bebidas adoçadas, grãos refinados e carne vermelha.
O Dr. Benício Pereira, que pauta sua atuação nos princípios da Medicina do Estilo de Vida, destaca que nos últimos anos surgiram diversos estudos associando o consumo de açúcar e de alimentos com alto índice glicêmico ao desenvolvimento de transtornos mentais.
Ele afirma que “quanto maior a glicemia, quanto mais alto o nível de açúcar não controlado, maior é a possibilidade de desenvolver um transtorno depressivo. Dietas com alto índice glicêmico aparecem como um grande fator de risco para a depressão.”
Outro ponto que vale a pena destacar, ainda segundo o médico, é a relação entre a glicemia elevada e as disfunções cognitivas. “Muitas pesquisas mostram que, quando os níveis de açúcar no sangue estão fora de controle, pensar acertadamente fica mais complicado”, afirma o Dr. Benício.
Existe ainda um outro fator que estreita a relação entre depressão e alimentação. Segundo Vicent Balanzá, professor de psiquiatria e psicologia médica da Universidade de Valência, as pessoas com transtornos mentais também se encontram em um estado de inflamação sistêmica crônica.
Por isso, ele afirma que mudanças na alimentação são necessárias para corrigir a inflamação relacionada às doenças psiquiátricas. Dessa forma, é possível evitar o desencadeamento da depressão ou mesmo sair da crise utilizando a nutrição como uma das principais aliadas nesse processo de recuperação.
Voltando ao estudo realizado na Grã-Bretanha, os pesquisadores ressaltam que os melhores alimentos para combater a depressão são os mais simples, como frutas, legumes e verduras. Essa é a principal razão para que eles ocupem uma grande parte do nosso prato, com sua diversidade de cores e sabores.
E por que tanta ênfase nos vegetais? A razão para isso é a quantidade de nutrientes e vitaminas que esses alimentos possuem. Uma pesquisa demonstrou o papel de uma série de vitaminas e minerais no tratamento de pessoas com transtornos mentais e doenças psiquiátricas como depressão, ansiedade, autismo e fadiga, entre outras condições clínicas.
Essa é uma das explicações para a ênfase nos vegetais como recursos nutricionais para combater a depressão. Ao contrário de muitos produtos industrializados, que possuem muitas calorias e poucos nutrientes, o consumo variado de verduras, legumes e frutas garantem o suprimento das vitaminas e minerais que nosso corpo precisa.
Outros estudos relacionam também os níveis de vitamina C com o nosso humor, ressaltam a importância do ômega 3 para a saúde mental, defendem a manutenção dos carboidratos não refinados no cardápio, bem como o consumo de fibras e flavonoides para melhorar a cognição e combater os transtornos mentais.
Portanto, basta aplicar dois princípios básicos para uma alimentação saudável:
É importante destacar que a alimentação não pode ser considerada o único recurso para combater a depressão. Essa é uma doença que tem múltiplas causas genéticas, biológicas e psicológicas. No entanto, o alimento é um dos fatores que desencadeiam o problema.
Como nossa equipe clínica sempre destaca, é fundamental adotar um novo estilo de vida e adequar nossos hábitos aos fatores de saúde: o consumo de água, ar puro, exercício físico, luz solar, equilíbrio, repouso, fé e espiritualidade.
Portanto, a saúde plena — inclusive na esfera mental — envolve uma mudança de hábitos. Entre esses aspectos, a alimentação tem um papel extremamente importante.
A alimentação é tão relevante nesse processo de cura que Stacey Cornish e Lewis Mehl-Madrona, pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Saskatchewan, no Canadá, afirmam que:
Micronutrientes como as vitaminas mencionadas no estudo podem desempenhar um papel benéfico no tratamento de diversas doenças psiquiátricas. Conforme os pesquisadores investigam a eficácia da cura por meio da nutrição, mais e mais informação será disponibilizada para aqueles que desejam ter opções mais naturais de tratamento. Assim, espera-se que a terapia nutricional, que atualmente é vista como um método alternativo, deixe de ser alternativo.
Nessa última frase, a ideia é de que a mudança de hábitos alimentares não atua como coadjuvante no processo de restauração da saúde mental. A alimentação não é o único recurso, mas com certeza desempenha um papel de destaque na prevenção e combate à depressão.
E agora, entendeu qual é a relação entre depressão e alimentação? Está pronto para mudar seus hábitos vencer essa doença? Quer saber mais sobre esse assunto e fazer do seu cardápio uma fonte de saúde? Assine a nossa newsletter e receba conteúdos imperdíveis para mudar seu estilo de vida e ter a saúde plena como recompensa.